sábado, 19 de março de 2011

LIÇÃO 10 - A PROPAGAÇÃO DO EVANGELHO ENTRE OS GENTIOS


Texto Bíblico: Atos 10.44-48; 11.15-18

Introdução:

I. Os Gentios no Antigo Testamento
II. Os Gentios em o Novo Testamento
III. Judeus e Gentios unidos por Deus mediante a cruz

Prezado professor, a lição desta semana fala sobre “a propagação do evangelho entre os gentios”, baseada em Atos 10.44-48; 11.15-18.
Os objetivos desta lição são:

Conhecer a origem dos gentios no Antigo Testamento; Explicar a missão e a salvação entre os gentios nos Evangelhos e nos Atos dos Apóstolos;
Concientizar-se que judeus e gentios formam a Igreja do Senhor mediante a cruz.

Na epístola aos Efésios no capítulo 2 e versículos 12-18, o apóstolo Paulo diz: “Naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegaste perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio, na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto; porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito”.

O texto bíblico em apreço denota a natureza comunitária da Igreja do Senhor. Esta é a família espiritual criada por Deus, uma comunidade formada pelo Espírito Santo e estabelecida na obra expiatória de Cristo Jesus. A qual anula qualquer separação, dualidade e acepção de pessoas que possam existir no mundo.
Em Cristo Jesus, o Homem é um ser racional criado por Deus e não duas raças distintas. Em Cristo, não há: judeus nem gentios; branco nem negro; rico nem pobres; homem nem mulher; E nem rótulos denominacionais. Em Cristo Jesus, o nosso Senhor e Rei, somos um.
Prezado, professor aproveite esta lição para ensinar aos alunos o caráter de unidade da pessoa de Jesus Cristo. Explique que o conhecimento sobre a pessoa de Cristo só foi possível porque há muitos anos atrás alguns judeus, impactados pelo Espírito, compreenderam que o Evangelho não faz acepção de pessoas. O Evangelho de Cristo é para todos e sem exceção.


Boa aula. – FONTE: www.cpad.com.br

LIÇÃO 09 – JESUS CRISTO: O CENTRO DA MENSAGEM DE PAULO


Texto Bíblico: Atos 9.1-9

INTRODUÇÃO

I. A respeito da formação cultural de Paulo
II. Como se deu o encontro de Saulo com Jesus
III. Os propósitos da vocação de Paulo

CONCLUSÃO

JESUS CRISTO: O CENTRO DA MENSAGEM DE PAULO

Prezado professor,

A Paz do Senhor!

Na lição desta semana vamos estudar sobre a vida e o ministério de uma pessoa muito especial em o Novo Testamento: o Apóstolo Paulo. Instruído aos pés de Gamaliel, sendo fariseu, conhecedor profundo do Antigo Testamento e das tradições de seu povo; o apóstolo Paulo era considerado um dos homens mais versados na religião de Israel.
No caminho para Damasco o apóstolo, que era um perseguidor implacável da Igreja Primitiva, teve um encontro onde sua história mudaria por completo. Ele deparou-se com a pessoa do Senhor Jesus Cristo. Uma célebre frase marca a importância desse encontro: “Saulo, Saulo, porque me persegues?”. A partir desse momento o Senhor faria de Paulo um evangelista usado por Deus na expansão mundial do evangelho. O apóstolo seria uma testemunha incansável de Cristo Jesus.
Ele iniciou o seu ministério entre os judeus, testemunhando Cristo como o cumprimento das Profecias, e em seguida partiu para pregar aos gentios, estabelecendo várias igrejas locais na Ásia Menor. O apóstolo Paulo ficaria conhecido como “o apóstolo dos gentios”.  
Jesus Cristo: o tema frequente nas pregações de Paulo
A pessoa de Jesus Cristo era o assunto principal nos ensinos de Paulo: “Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1 Co 2.2). Nas epístolas aos Colossenses, por exemplo, Cristo é apresentado como o Mediador e a Fonte de toda a vida; aquele que capacita homens e mulheres a viverem uma vida abundante. Ele é a “imagem do Deus invisível”; o que encarnou os atributos de Deus com autoridade divina, como aquele que participa da própria criação [1].
Ainda, sobre a centralidade de Jesus no ensino do Apóstolo Paulo, o teólogo americano Darrell L. Bock diz:

Ele, como “o primogênito de toda a criação” (prototokos pases ktiseos; cf. 89.27), é preeminente entre todos os governantes. Tudo no céu e na terra, visível e invisível, não importa o grau de autoridade foi criado por Ele e está sujeito a Ele. Ele é o sustentador da criação. Ele governa o Reino ao qual os santos pertencem. Jesus serve como o mediador soberano da criação, exercendo prerrogativa divina.

O Cristo ensinado pelo Apóstolo Paulo é suficiente às nossas vidas. Ele é quem deve ser pregado, ensinado, propagado e desejado por todos que anelam fazer o seu caminho aqui nesta terra. Jesus Cristo é suficiente para tudo, Ele tem a primazia sobre todas as coisas. Esse é o Cristo no ensino do Apóstolo Paulo.
Prezado professor, no final da aula, faça as seguintes perguntas aos alunos:
Quem tem sido o centro de nossas mensagens?
Quem tem sido a prioridade em nossos ensinos?
Quem tem a primazia em nossas músicas?

Conclua a lição dizendo: se a nossa vida não representar exatamente o evangelho de Cristo, ou se pelo menos não houver uma disposição sincera para isso, estamos negligenciando aquele por quem vivemos, e morremos; Jesus Cristo, aquele que vive e reina para sempre.

Tenha uma boa aula! – FONTE: www.cpad.com.br


[1] ZUCK, Roy B. Teologia do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 334.

LIÇÃO 08 – A PERSEGUIÇÃO DA IGREJA DE CRISTO


Texto Bíblico: Atos 8.1-8

INTRODUÇÃO

I. OS EFEITOS DA MORTE DE ESTÊVÃO
II. QUANDO A IGREJA É PERSEGUIDA
III. COMO ENFRENTAR A PERSEGUIÇÃO

CONCLUSÃO

A PERSEGUIÇÃO DA IGREJA DE CRISTO

Caro professor, A lição dessa semana está baseada em Atos 8.1-8. O tema da lição é: Quando a igreja de Cristo é perseguida.
Quando olhamos para o passado da Igreja Cristã, contemplamos o seu sofrimento, angustia e dor. Os dois primeiros séculos da Igreja Antiga foram dolorosos. Perseguições cruéis assolavam-na e os crentes, que depositavam sua fé em Cristo, eram constantemente desafiados a negá-lo.
A obra “Os Mártires do Coliseu”, editada pela CPAD, conta sobre alguns martírios de cristãos que não voltaram atrás em relação a sua fé: a morte a espada do jovem bispo Eleutério em 139; a decaptação da jovem Martina em 228; e muitos outros martírios, de cristãos, ao longo da história da Igreja.
Hoje, essa triste realidade não é diferente. Alguns cristãos continuam a sofrer perseguições severas por causa de sua fé em diversas regiões do mundo.
Uma pesquisa divulgada recentemente, pelo site portas abertas, informa que de uma lista de 50 países, quatro são os países – a Coreia do Norte, o Irã, o Afeganistão e a Arábia Saudita – que mais perseguem cristãos no mundo. Ainda nações como a Índia, a China, e outros do Oriente Médio, continuam a atacarem cristãos. Como o prezado professor pode observar a perseguição ao cristianismo continua forte.
Aqui no Brasil, apesar de não sentirmos na pele, a perseguição está na esfera intelectual. Alguns tentam, a todo o custo, desarticular o discurso cristão a favor da vida. Os cristãos não podem emitir opiniões sobre aborto, homossexualidade, eutanásia, células troncos; porque para eles, temos uma opinião meramente religiosa. Não! O que temos são valores pautados numa cosmovisão cristã bíblica e cristocêntrica. E, também, temos o direito, garantido por lei, de propagar a cosmovisão cristã.
Professor aproveite a lição dessa semana para refletir com os alunos acerca dos missionários, e vários outros irmãos em Cristo, espalhados em vários países. Eles sofrem perseguições e têm suas vidas completamente alteradas onde moram.
Conclua essa lição orando com a classe, pedindo a Deus pelos missionários e por todos os cristãos perseguidos em todo o mundo. Eles precisam de nossas orações!

Boa aula!    FONTE: www.cpad.com.br

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Lição 07 - Assistência Social, um importante negócio

Texto Bíblico: Atos 5.1-11.

INTRODUÇÃO

I. As dores do crescimento

II. A instituição do diaconato

III. Assistência Social, um importante negócio

CONCLUSÃO

Prezado professor, o título da lição dessa semana é: Assistência Social, um importante negócio. Tendo por base o texto de Atos 6.1-7.
Após esta lição, professor, o seu aluno deverá:

·         Compreender os incômodos e dores que acompanham o crescimento da Igreja.
·         Explicar a instituição do diácono.
·         Conscientizar-se de que a assistência social, também, é prioridade do evangelho.

No tópico III da presente lição, o professor pode desenvolver uma reflexão com o objetivo de fundamentar biblicamente a realização da Assistência Social como prioridade na igreja local. Refutando, portanto, a ideia de que a atividade social é secundária na Igreja. Explique a classe, que de acordo com os mandamentos do Senhor, a Assistência Social deve ser realizada na igreja local, embasada no maior mandamento que o Senhor Jesus nos deixou: Amai o teu próximo com a ti mesmo (Mc 12.31). Portanto, não pode haver uma prática dualista na Igreja de Cristo acerca desse mister. O teólogo e Pastor inglês John Stott, em sua obra “Cristianismo Equilibrado”, editado pela CPAD, explica bem essa questão da legitimidade de a Igreja pensar em sua atividade social a partir de uma perspectiva integral do Evangelho de Cristo:

O nosso próximo é uma pessoa, um ser humano, criado por Deus. E Deus não o criou como uma alma sem corpo (para que pudéssemos amar somente sua alma), nem como um corpo sem alma (para que pudéssemos preocupar-nos exclusivamente com seu bem-estar físico), nem tampouco um corpo-alma em isolamento (para que pudéssemos preocupar-nos com ele somente como um indivíduo, sem nos preocupar com a sociedade em que ele vive). Não! Deus fez o homem um ser espiritual, físico e social. Como ser humano, o nosso próximo pode ser definido como “um corpo-alma em sociedade”. Portanto, a obrigação de amar o nosso próximo nunca pode ser reduzida para somente uma parte dele. Se amamos o nosso próximo como Deus o criou (o que é mandamento para nós), então, inevitavelmente, estaremos preocupados com o seu bem-estar total, o bem-estar do seu corpo, da sua alma e da sua sociedade. [...] É verdade que o Senhor Jesus ressurreto deixou a Grande Comissão para a sua Igreja: pregar, evangelizar e fazer discípulo. E esta comissão é ainda a obrigação da Igreja. Mas a comissão não invalida o mandamento, como se “amarás o teu próximo” tivesse sido substituído por “pregarás o Evangelho”. Nem tampouco reinterpreta amor ao próximo em termos exclusivamente evangelísticos. Ao contrário, enriquece o mandamento amar o nosso próximo, ao adicionar uma dimensão nova e cristã, nomeadamente a responsabilidade de fazer Cristo conhecido para esse nosso próximo (STOTT. John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD, p. 60,61.).

Prezado professor, aproveite o tema dessa semana para promover uma conscientização dos alunos em relação a nossa responsabilidade social com os menos favorecidos, tanto com os da igreja quanto com os de fora. Essa deve uma característica fundamental da Igreja de Jesus Cristo. Fazendo isso o Senhor acrescentará mais almas que hão de ser salvas. Boa aula e até a próxima!

Fonte: www.cpad.com.br

sábado, 5 de fevereiro de 2011

LIÇÃO Nº 06 - A Importância da disciplina na Igreja

Texto Bíblico: Atos 5.1-11.

INTRODUÇÃO

I. A disciplina e sua necessidade
II. A oferta de Ananias e Safira
III. O extremo da disciplina


ENSINO: A ESSÊNCIA DA DISCIPLINA

Prezado professor, lição dessa semana desenvolverá um tema muito importante para a Igreja de Cristo: a disciplina. Após esta aula o seu aluno deverá:

Reconhecer que a disciplina é uma prova do amor de Deus.
Explicar a necessidade da disciplina.
Saber que todo ato gera uma consequencia.

Desenvolva a lição 6 deste trimestre buscando alcançar os três objetivos propostos acima.
O tópico I da presente lição expõe o conceito de “disciplina” e sua necessidade na Igreja. Uma palavra que denota o alvo da disciplina é o ENSINO. Para obtê-lo é preciso desenvolver hábitos rigorosos com o objetivo de apreender o que está sendo ensinado. A este processo educativo, de criação de novos hábitos, denominamos DISCIPLINA.
Na obra “Disciplina do Homem Cristão”, editada pela CPAD, o autor Kentes Hughes descreve exemplos de disciplinas que fizeram de um homem um gênio da oratória. Ele narra:
Em nossa época, Winston Churchil foi proclamado, com justiça, o orador do século, e poucos dos que ouviram seus eloquentes discursos discordariam. Menos, ainda, suspeitariam que ele pudesse ser qualquer outra coisa, menos “natural”. A verdade é que Churchill tinha um defeito de dicção no ss que o tornava alvo de muitas anedotas e resultava em sua falta de habilidade para ser espontâneo, ao falar em público. Ainda assim, ele ficou famoso por seus discursos e observações oportunas de improviso.
Na realidade, Chuchill escrevia tudo e exercitava! Ele coreografava até as pausas [...]. As margens de seus manuscritos levavam anotações, antecipando os “aplausos”, “silêncio”, “aplausos prolongados” e até a “ovação de pé”. Feito isto, ele ensaiava infinitamente diante do espelho, moldando suas respostas mordazes e expressão facial. F.E.Smith dizia: “Winston passou os melhores anos de sua vida escrevendo improvisos”. Um orador natural? Talvez. Um homem com um duro trabalho naturalmente disciplinado! [grifo nosso]
E assim acontece com qualquer área da vida.[1]
Prezado professor, conclua o tópico I dizendo que não surgem gênios sem disciplina. A disciplina levada a sério forja a genialidade. Diga aos alunos que o principal papel da disciplina é pedagógico. Ele tem o objetivo de educar, ou reeducar, a pessoa para alcançar o alvo almejado.
Se o contexto da disciplina envolver pecado, o objetivo não é outro, se não, auxiliar o pecador a ser reconduzido à comunhão dos santos a fim de que sua alma seja completamente sarada e ele volte a sentir a alegria da salvação. Assim, a pessoa firma um propósito de nunca mais pecar!

Tenha uma boa aula!





[1] HUGHES, R. Kent. DISCIPLINAS DO HOMEM CRISTÃO. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 05.